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OcramClima

UTA - OCRAMCLIMA

Uma construção feita
de escolhas para
aumentar a eficiência

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Resistência mecânica (deflexão relativa máxima [mm/m])

D1

Fugas de ar pela envolvente (caudal de fugas máximo [l/(s/m²)])

L1/L1 (Model box)
L2/L2 (Real box)

Bypass no sistema de filtragem (Taxa de bypass ao filtro máxima [%])

0,5 (F9)

Transmissão térmica (gama de transmissão térmica [W/m². K])

T2 e T3

Fator de pontes térmicas

TB2, TB3 e TB4

Nota: A informação apresentada nesta tabela é definida de acordo com a DIN EN 1886:2009-07

Frequência (Hz)

125

250

500

1000

2000

4000

8000

T3/TB4

17

21

25

23

22

28

33

T3/TB3

19

23

27

30

30

34

43

T2/TB2

21

23

25

32

35

44

50

Informação complementar a este quadro: O invólucro padrão é feito por um perfil de alumínio, com 70 mm de espessura, e por painéis sandwich constituídos por duas unidades de chapa galvanizada com isolamento de lã de rocha. A chapa interior apresenta uma espessura de 0,8 mm, sendo que a chapa exterior possui 1 mm de espessura e é pintada em epóxi RAL 9006.

Painéis aluzinc

Painéis interiores e exteriores pintados em epóxi

Painéis interiores e exteriores em aço inoxidável

Espessuras diferentes (a pedido)

COMPOSIÇÃO DAS UNIDADES DE TRATAMENTO DE AR

Os registos são utilizados nas secções de mistura (caixa de mistura), secções de insuflação e exaustão.
Estes são constituídos por lâminas em alumínio, e permitem a regulação de caudais de ar. O
movimento entre lâminas é assegurado por um mecanismo de engrenagem em polipropileno. As
engrenagens estão colocadas no interior da estrutura em alumínio, estando assim protegidas da
intempérie, prolongando o seu tempo de vida útil. A estanqueidade entre lâminas é assegurada por
juntas de borracha. Dependendo do tipo de junta e nível de estanqueidade requerido, os registos
poderão ser de classe 2, 3 ou 4 segundo a EN 1751:2014. O acionamento dos registos poderá ser
manual ou automático, mediante a colocação de um manípulo ou um atuador, respetivamente.

Caso necessário, para facilitar as operações manutenção e inspeção a determinados componentes,
podem ser definidas seções vazias de acesso.

Todas as unidades são equipadas com ventiladores centrífugos com transmissão direta de alto
desempenho, classe IE2 a IE5, e podem ser fornecidos com motores EC (eletricamente comutáveis), a mais recente tecnologia no ramo. Estes ventiladores são dinamicamente e estaticamente equilibrados de acordo com a norma VDI 2060:2014. Os ventiladores EC e PM possuem controlo eletrónico integrado (que inclui variador de frequência), por outro lado, no caso dos ventiladores AC a inclusão de variador de frequência carece de solicitação por parte do cliente.
A estrutura do ventilador é em aço galvanizado. O rotor pode ser fabricado em liga de alumínio, aço galvanizado ou compósito. O acesso aos ventiladores é realizado através de portas com janelas de inspeção.
Os sistemas anti vibratórios são usados para apoiar os ventiladores (no caso de motores AC) e para que não haja transmissão de vibrações à UTA.

Sem Título-3
OPÇÕES
DADOS
Ventilador PM
IE4
Ventilador EC
IE4 e IE5
Ventilador AC
IE2 e IE3
Potência consumida do ventilador
0,5 kW – 75 kW
Transdutor de pressão
DC 0-10 V ; 0-3000Pa

As baterias utilizadas para fazer o tratamento térmico do ar podem ser de água, expansão direta, vapor e
elétricas. Estas baterias são instaladas em calhas, de forma a permitir com facilidade a remoção destas para fins
de manutenção e inspeção. No caso das baterias de arrefecimento, os tabuleiros de condensados a serem
instalados são em aço inoxidável.

Sem Título-4

BATERIAS
DE ÁGUA

Nas baterias de água, a alimentação das serpentinas localizadas no interior das UTAs é realizada
através de um circuito hidráulico, constituído por um grupo de bombas de circulação. O fluido de
trabalho pode tratar-se de uma solução aquosa de etilenoglicol ou de propilenoglicol, no caso de
existir risco de congelamento deste.
Nestas baterias, as de conexões hidráulicas são, normalmente, roscadas com rosca macho nos
tubos. A pressão de teste destas baterias é de 16 bar. Numa bateria utilizada para o processo de
arrefecimento, pode ser instalado adjacente a esta um separador de gotas, caso a velocidade de
passagem do ar na bateria seja superior a 2,2 m/s.

BATERIA DE
EXPANSÃO
DIRETA

As baterias de expansão direta (comummente conhecidas por DX coils) são baseadas num circuito
frigorigéneo, onde é utilizado nos dias de hoje, maioritariamente, R410 como refrigerante de
trabalho. Tal como no caso das baterias de água, as conexões são, usualmente, roscadas com rosca
macho nos tubos. A pressão de teste é, no máximo, 42 bar, dependendo este valor do refrigerante alvo de teste.

BATERIA
DE VAPOR

Idênticas às baterias de água do ponto vista construtivo, as baterias de vapor são concebidas para aumentar a temperatura de uma massa de ar. Neste caso, o fluído de trabalho (vapor de água) opera a temperaturas superiores a 100 ºC. Por norma, nas baterias de vapor, as conexões são flangeadas.

BATERIA
ELÉTRICA

O funcionamento das baterias elétricas baseia-se no efeito de Joule, onde a passagem de uma
corrente elétrica, através de um condutor, gera uma determinada potência térmica sob a forma de
calor e radiação.

BATERIA CAIXILHO ALHETAS TUBOS ELIMINADOR DE GOTAS
ESPAÇAMENTO MATERIAL MATERIAL
BATERIA A VAPOR Aço galvanizado, aço inoxidável e liga de alumínio [2mm; 12mm] Al, AlMg, AlPr*, Cu e CuSn Cu, CuSn, Aço inox e Fe
BATERIA DE EXPANSÃO DIRETA Aço galvanizado, Al e aço inox
BATERIA A ÁGUA
BATERIA ELÉTRICA AI Aço inox

[*AlPr – Pré revestido]

Apesar de estar atualmente em vigor a EN ISO 16890:2016 para a classificação da eficiência de filtros, a EN 779:2012 continua a ser a utilizada para efeitos de seleção de estágios de filtragem. A EN 1822:2019, para o caso dos filtros HEPA (alta eficiência), é a utilizada.
As calhas e estruturas do filtro podem ser em aço galvanizado, com ou sem pintura de epóxi RAL 9006, ou em aço inoxidável. O conjunto caixilho/calhas revela-se eficiente contras as fugas por bypass. Na tabela abaixo, apesar de não existir uma conversão direta entre a EN 779:2012 e a EN ISSO 16890:2016, mostra-se uma comparação indicativa entre classes, segundo a Recomendação 4/23 da Eurovent.

OPÇÕES DE FILTRO EN 779:2012
EN 1822:2019
EN ISO 16890:2016
PRÉ-FILTRO G4 ISO Course
FILTRO DE SACO M5 até F9 ISO ePM10 até ISO ePM1
FILTRO COMPACTO M6 até F9 ISO ePM10 até ISO ePM1
FILTRO RÍGIDO M6; F7; F9 ISO ePM10 até ISO ePM1
FILTRO HEPA E10; H10; H13; H14

CONFIGURAÇÕES DE FILTROS

Filtros Profundidade Exemplar Filtros Profundidade Exemplar
G4
(pré-filtro)
50 M6; F7; F9
Filtro rígido
292
M5 a F9
Filtro de Saco
360 C4; C7
Filtro de carvão
292
M6 a F9
Filtro Compacto
360 E10, E11, H13; H14
Filtros HEPA
292

NÚMERO DE FILTROS

MODELO Dimensões (mm) MODELO Dimensões (mm)
592×592 287×592 592 287×592
MU01 01 00 MU14 08 06
MU02 01 00 MU15 12 03
MU03 01 01 MU16 16 04
MU04 02 00 MU17 20 00
MU05 02 02 MU18 20 05
MU06 04 00 MU19 10 07
MU07 02 03 MU20 20 09
MU08 04 02 MU21 18 00
MU09 06 00 MU22 24 06
MU10 06 03 MU23 24 10
MU11 09 00 MU24 30 05
MU12 08 00 MU25 30 11
MU13 08 04 MU26 36 06

Os atenuadores acústicos tratam-se de um conjunto de septos dispostos paralelamente à direção do fluxo de ar.
Os septos são compostos por placas não combustíveis de lã de rocha, sendo estas cobertas por um tecido em fibra de vidro para impedir o desprendimento da lã de rocha. O comprimento, altura e espessura dos atenuadores são variáveis e definidas consoante o projeto em causa. A estrutura dos septos e do conjunto pode ser em aço galvanizado, aço galvanizado com epóxi RAL 9006, aluzinc ou aço inoxidável. Os septos são instalados em carris, facilitando a manutenção e/ou remoção destes.

Do ponto de vista psicrométrico, ocorre um aumento da humidade específica e relativa do fluxo de ar em questão, assim como uma diminuição da temperatura de bolbo seco.

HUMIDIFICADOR
ADIABÁTICO

O funcionamento de um humidificador adiabático baseia-se na passagem de um fluxo de ar por
uma superfície molhada (favos), ocorrendo a evaporação da água. Esta superfície pode ser de
natureza orgânica ou inorgânica.
O humidificador contempla tabuleiro de condensados e caixilho, sendo estes em aço inoxidável.
Este é instalado em calhas, de forma a facilitar a sua desmontagem para fins de limpeza e manutenção.

HUMIDIFICADOR
DE VAPOR

O funcionamento de um humidificador de vapor baseia-se na injeção de vapor de água num fluxo de ar. Para o processo de ebulição da água, uma fonte de energia é requerida, podendo para isso ser utilizado um elétrodo, queimador, entre outros. Neste sistema de humidificação, a grande vantagem passa pela capacidade de humidificar isotermicamente uma massa de ar, quando as massas de vapor de água injetada e de vapor de água presente no fluxo de ar são corretamente definidas e ajustadas.
Tal como para os humidificadores adiabáticos, é contemplado um tabuleiro de condensados em aço inoxidável nos humidificadores de vapor.

Os sistemas de recuperação de energia utilizados nas UTAs são divididos em dois grupos: recuperativos (recuperadores de placas/roda térmica) e run-around coils.

Sem Título-6

RECUPERATIVO

Os Sistemas de Recuperação de Energia (SRE) recuperativos tratam-se dos recuperadores de placas.
Nestes, a transferência de calor entre os fluxos de ar circulantes dá-se através de placas que, por defeito, são em alumínio. Porém, existe a possibilidade de as placas serem constituídas por material higroscópico, para possibilitar a recuperação de calor latente. Relativamente à orientação relativa dos fluxos de ar, podemos ter recuperadores de placas de fluxos cruzados e de fluxos em contracorrente.
Estes recuperadores apresentam elevada estanqueidade entre os fluxos de ar e elevada resistência mecânica a elevados diferenciais de pressão. O tabuleiro de condensados é instalado no lado do ar de exaustão. Existe ainda a opção de sistema de bypass, para ser possível que o ou os fluxos de ar contornem o recuperador de calor (mecanismo utilizado para fazer free-cooling). Este sistema de bypass pode ser garantido com recurso a registo no próprio recuperador, ou registo externo.

Componentes Opções construtivas
Placas não higroscópicas Alumínio e alumínio com proteção anticorrosiva
Placas higroscópicas Polietileno e celulose
Tipo de sistema de bypass Modelante ou do tipo on/off
Localização do registo de bypass No recuperador ou exterior a este

REGENERATIVO

Nos SRE regenerativos, nomeadamente nas rodas térmicas, a transferência de calor dá-se pelo
processo cíclico de acumulação-libertação de calor através de uma matriz rotativa. Compostas
essencialmente por alumínio, existem rodas térmicas de condensação, higroscópicas e de
absorção/adsorção. A roda térmica é movida por um motor elétrico, sendo que a sua recuperação
de calor pode ser controlada por um sistema de variação de velocidade.

Opções Observações Aplicações
Condensação Recuperação sensível Aplicações correntes
Higroscópico Recuperação sensível e latente
Adsorção Recuperação sensível e latente
Epoxy Recuperação sensível Ambientes marítimos e corrosivos

RUN-AROUND COILS

Sistema de recuperação de calor composto por permutadores de calor ar-gás ou ar-água, no caso de baterias de expansão direta ou baterias de água, respetivamente, colocados nos lados da insuflação e da extração.
Existe a possibilidade de o fluido de trabalho do sistema ser um fluido frigorigéneo (gás), água, solução aquosa de etilenoglicol ou solução aquosa de propilenoglicol. No caso de baterias de água, adjacente aos permutadores de calor, o sistema é constituído por um circuito hidráulico composto por uma bomba de circulação e vaso de expansão. Sendo um SRE de baterias de expansão direta, ao contrário do anterior, tem-se um circuito frigorífico. As conexões entre as baterias e os tubos são, usualmente, roscadas com rosca macho nos tubos.

Os queimadores permitem o aquecimento de um fluxo de ar por queima indireta de um gás, podendo este ser gás natural ou propano. Com eficiências de pelo menos 91%, as potências térmicas de aquecimento, por unidade, vão desde 11 kW até 900 kW.

Opções

Inoxidável

Regulação

Modelador por ON/OFF

MODELOS & DIMENSÕES

UTAs – Modelos e dimensões

MODELO

Dimensões (mm)
Largura
Altura
Caudal volúmico de ar (m3/h)
Mínimo
Máximo
Velocidade no túnel (m/s)
Mínimo
Máximo

830

525

1500

2300

1,4

2,2

830

830

2600

4100

1,4

2,2

1135

830

3700

2800

1,4

2,2

1440

830

4800

7500

1,4

2,2

1440

1135

6800

10700

1,4

2,2

1440

1440

8900

14000

1,4

2,2

1745

1135

8400

13200

1,4

2,2

1745

1440

10900

17200

1,4

2,2

2050

1440

13000

20400

1,4

2,2

2050

1745

15900

25100

1,4

2,2

2050

2050

18900

29800

1,4

2,2

MU12

2355

1440

15900

23600

1,4

2,2

MU13

2355

1745

18400

29000

1,4

2,2

MU14

2660

1745

21000

33000

1,4

2,2

MU15

2660

2050

24900

39100

1,4

2,2

MU16

2660

2355

28800

45300

1,4

2,2

MU17

2965

2355

32300

50700

1,4

2,2

MU18

2965

2660

36600

57600

1,4

2,2

MU19

3270

1745

26000

40900

1,4

2,2

MU20

3270

2660

40600

63800

1,4

2,2

MU21

3575

2050

33800

53200

1,4

2,2

MU22

3575

2660

44500

66900

1,4

2,2

MU23

3880

2660

44800

76100

1,4

2,2

MU24

3880

2965

54200

85200

1,4

2,2

MU25

3880

3270

60000

94300

1,4

2,2

MU26

3880

3275

65800

103400

1,4

2,2

Caudais de operação
Caudal volúmico de ar (m3/h)

Caudal volúmico de ar (m3/h)

EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÕES

Ter o produto certo significa trazer para
cada projeto soluções integrais, feitas à
medida
Saiba mais

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